Sem dúvida alguma, quanto mais cedo for diagnosticado que a criança tem transtorno de aprendizagem, melhor. Mas o processo de reconhecer e fazer distinção entre "dificuldade", "atraso" e "transtorno" não é fácil, e há muitas maneiras de abordar a questão de verificar se uma criança está "em risco" de ter T A em diferentes idades e estágios na sua jornada ao longo das séries escolares. O professor deve estar preparado para a árdua tarefa de lidar com disparidades. Antes de tudo é preciso saber avaliar, saber distinguir, saber e querer mudar, respeitar cada criança em seu desenvolvimento, habilidades, necessidades e individualidade, porque só dessa forma a aprendizagem será efetiva e a escola cumprirá o seu papel.
A família tem papel fundamental na aprendizagem porque deve estimular, motivar e promover a criança. A escola deve abrir-se e enfrentar um problema real, sofrer mudanças, procurar soluções e parcerias.
Não existe criança que não aprenda. Ela sempre irá aprender, algumas de modo mais rápido, outras mais lentamente, mas a aprendizagem, com certeza absoluta, se processará, independentemente da via neurológica usada, mas utilizando-se de uma associação infalível, baseada em uma vertente básica: ambiente adequado + estímulo + motivação + organismo. Talvez essa seja a chave que procuramos para encaminhar os Distúrbios de Aprendizagem e as Dificuldades de Escolaridade.
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